Primeira edição homenageou 34 pessoas e reforçou o propósito de valorizar trajetórias que contribuíram para a construção do judô

Uma noite de reconhecimento, memória e encontro entre gerações marcou a primeira edição do Prêmio Messias Rodarte Corrêa, realizada nesta quarta-feira, reunindo 34 homenageados, familiares, amigos, autoridades e representantes do judô.

O prêmio leva o nome do Professor Messias Rodarte Corrêa, um dos fundadores da Federação Paulista de Judô e da Confederação Brasileira de Judô, cuja trajetória esteve ligada ao ensino, à formação de praticantes e à disseminação dos valores da modalidade.

A iniciativa busca reconhecer não apenas resultados, mas também dedicação, trajetória, contribuição, exemplo e compromisso com o judô.

Ao reunir gerações em uma mesma solenidade, o prêmio procura aproximar aqueles que ajudaram a construir a história daqueles que continuam escrevendo os próximos capítulos.

A história do judô não está apenas nos campeonatos, nas medalhas ou nos registros. Ela também está nas histórias dos professores, atletas, dirigentes, famílias e instituições que, ao longo dos anos, ajudaram a desenvolver a modalidade.

O presidente da FPJudô, Henrique Guimarães, foi homenageado na ocasião e ressaltou o legado do Sen sei Messias para o judô do Estado de São Paulo e do Brasil.

Cada entrega representou um reconhecimento, mas o conjunto das homenagens revelou algo além: a diversidade de pessoas e trajetórias que participam da construção do judô.

O Prêmio Messias Rodarte Corrêa nasce com uma perspectiva de continuidade. A intenção é que a iniciativa se transforme em uma tradição de reconhecimento, capaz de registrar, a cada edição, histórias e protagonistas do judô.

Dar ao prêmio o nome de Messias Rodarte Corrêa é uma forma de manter a memória de um professor cuja trajetória marcou gerações do judô. Sua história será resgatada e registrada por meio de documentos, fotografias, relatos e memórias daqueles que conviveram com ele.
O Prêmio Messias Rodarte Corrêa encerra sua primeira edição com uma certeza: reconhecer o passado não significa permanecer nele. Significa compreender de onde viemos para construir, com consciência, o futuro do judô.